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Heitor dos Prazeres

1950

Arte Popular

Materiais: Óleo, tela.

Dimensões: 69,5×79,5x4cm

Rio de Janeiro/RJ – 1898-1966 – Iniciou-se suas atividades como pintor autoditada a partir de 1937. Trabalhou como restaurador na Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Rio de Janeiro. Em 1943, fez parte da mostra em homenagem à Real Força Aérea Britânica em Londres (Inglaterra). Em 1951, ganhou o Prêmio Aquisição na I Bienal de Artes de São Paulo, com a obra A Moenda – atualmente integrada ao acervo do Museu de arte Contemporânea da USP (São Paulo) – e expôs suas obras em uma Sala Especial na II Bienal (1953). Além de participar também das Bienais de 1961 (IV edição) e a de 1979 (XV edição). Realizou 6 exposições individuais, sendo que sua primeira foi realizada em 1959 e outras 7 póstumas (entre 1967-1984). Tanto no Brasil quanto no exterior Heitor dos Prazeres conquistou unanimidade em relação à qualidade de suas obras sendo chamado para cerca de 30 mostras coletivas. As temáticas preferidas de suas pinturas era a vida cotidiana e as festividades que envolviam a música popular. Alé de pintor, Heitor dos Prazeres também foi cenógrafo do Balé do IV Centenário, poeta, compositor e músico (tocava piano, violão e cavaquinho). Em parceria com o sambista Noel Rosa (1910-1937), compôs Pierrot Apaixonado, famosa marcha carnavalesca de 1935. Foi também um dos fundadores das primeiras escolas de samba carioca (Estação Primeira da Mangueira e “Vai como Pode”, hoje Portela, na década de 20), É pai do multi-instrumentista Heitorzinho, que seguiu a trilha do samba herdado de seu pai.