{"id":2727,"date":"2021-05-17T02:13:49","date_gmt":"2021-05-17T05:13:49","guid":{"rendered":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/?page_id=2727"},"modified":"2021-05-17T16:44:13","modified_gmt":"2021-05-17T19:44:13","slug":"acervo","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/acervo\/","title":{"rendered":"Acervo"},"content":{"rendered":"<p>[vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;objetoemblem\u00e1tico&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2404&#8243;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Rubem Valentim&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Objeto emblem\u00e1tico<br \/>\n1969<br \/>\nARTE ERUDITA<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Madeira, pintura e esmalte<br \/>\nDimens\u00f5es: 94x79cm[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Salvador Ba 1922 \u2013 S\u00e3o Paulo SP 1991 \u2013 Escultor, pintor e gravador. Nasceu em 1922 em Salvador, numa fam\u00edlia de poucos recursos e foi o primeiro de 6 filhos. Crescer tendo contato \u00edntimo com a religiosidade sincr\u00e9tica afro-brasileira: sua fam\u00edlia era cat\u00f3lica, e Rubem Valentim fez primeira cumunh\u00e3o, e tamb\u00e9m frequentava terreiros de candombl\u00e9. Com o pai, participava de cerim\u00f4nias em diversos terreiros de candombl\u00e9, tanto da tradi\u00e7\u00e3o nag\u00f4-jeje quanto candombl\u00e9s de caboclo: o de Tia Maci, no Engenho Velho, o de M\u00e3e Menininha, no Gantois, o de J\u00falio Branco, no Bate-Folha, e o da Sabina. O artista relatou seu duplo deslumbramento e seu envolvimento est\u00e9tico tanto com o rito afro-brasileiro quanto com a imagin\u00e1ria cat\u00f3lica das igrejas, das quais ele se lembrava especialmente dos santos barrocos. Entre 1946 e 1947 participava do movimento de renova\u00e7\u00e3o das artes pl\u00e1sticas na Bahia, com Mario Cravo J\u00fanior (1923), Carlos Bastos (1925) e outros artistas. Em 1953 forma-se em jornalismo pela Universidade da Bahia e publica artigos sobre arte. Reside no Rio de Janeiro entre 1957 e 1963, onde se torna professor assistente de Carlos Cavalcanti no curso de hist\u00f3ria da arte, no instituto de Belas Artes, Reside em Roma entre 1963 e 1966, com pr\u00eamio viagem ao exterior, obtido no Sal\u00e3o Nacional de Arte Moderna \u2013 SNAM. Em 1966 participa do Festival Mundial de Artes Negras em Dacar, Senegal. Ao retornar ao Brasil, reside em Brasilia e leciona pintura no Ateli\u00ea Livre do Instituto de Artes da Universidade de Bras\u00edlia \u2013 UnB. Em 1972, faz um mural de m\u00e1rmore para o edif\u00edcio-sede da Novacap em Bras\u00edlia, considerado sua primeira obra p\u00fablica. O cr\u00edtico de arte Frederico Morais elabora em 1974 o audiovisual A Arte de Rubem Valentim. Em 1979,Valentim realiza escultura de concreto aparente, instalada na Pra\u00e7a da S\u00e9, em S\u00e3o Paulo, definindo-a como o Marco Sincr\u00e9tico da Cultura Afro-Brasileira e, no mesmo ano e \u00e9 designado, por uma comiss\u00e3o de cr\u00edticos, para executar cinco medalh\u00f5es de ouro, prata e bronze, para os quais recria s\u00edmbolos afro-brasileiros para a Casa da Moeda do Brasil. Em 1998 o Museu de Arte da Moderna da Bahia \u2013 MAM\/BA inaugura a Sala Especial Rubem Valentim no Parque de Esculturas.[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;quarup&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2439&#8243;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Edval Ramosa&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Quarup<br \/>\n2011<br \/>\nArte Contempor\u00e2nea<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: PVC, areia colorida, chumbo, b\u00fazios, cristal, osso, vidro e sementes.<br \/>\nDimens\u00f5es: 151x31x32,5 cm[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Pintor e escultor. Atuou como integrante do Batalh\u00e3o Suez no Egito em 1962, visitando tamb\u00e9m pa\u00edses europeus. No ano de 1964, fixou resid\u00eancia em Mil\u00e3o, onde trabalhou com Pomodoro, Fontana e Baj e realizou, em 1965, sua primeira exposi\u00e7\u00e3o individual. De volta ao Brasil em 1974, estabeleceu-se em Cabo Frio\/RJ. A partir de 1965, participou de mostras coletivas (na It\u00e1lia, na Inglaterra e na Lugosl\u00e1via) e realizou exposi\u00e7\u00f5es individuais na It\u00e1lia, Austr\u00e1lia, B\u00e9lgica e em diversas cidades brasieleiras. A principio, influenciado por artistas europeus e norte-americanos, praticou um estilo construtivista, com jogos \u00f3pticos e refer\u00eancias \u00e0 visualidade urbana e usando materiais como madeira esmaltada, a\u00e7o inoxid\u00e1vel e acr\u00edlico. A partir da d\u00e9cada de 1970, estabeleceu um di\u00e1logo com a est\u00e9tica ind\u00edgena brasileira (sendo o pr\u00f3prio artista de ascend\u00eancia ind\u00edgena), passando a empregar materiais como palha, peles, plumagens, mi\u00e7angas e bambus. Roberto Pontual afirmou que \u201co refinamento, a eleg\u00e2ncia e o asseio tecn\u00f3logico de antes se fundiram, agora, a um contraponto ritual\u00edstico [\u2026], Passado e presente, arca\u00edsmo e civiliza\u00e7\u00e3o, tribo e cidade ali novamente se reagrupam.\u201d Para Jaime Maur\u00edcio, \u201cconsciente de que o \u00edndio brasileiro utilizou em sua atividade art\u00edstica recursos e inspira\u00e7\u00e3o comuns \u00e0 arte de outros povos \u2013 funcionalidade, simetria, ritmo, respeito \u00e0s peculiaridades dos materiais usados \u2013 Ramosa sabe que pode mostrar-se indianista sem rejeitar o que h\u00e1 de mais sofisticado em sua experi\u00eancia europ\u00e9ia[\u2026] Sem lan\u00e7ar manifesto antropof\u00e1gico. Edival Ramosa faz um campe\u00e3o do arsenal ritmico, m\u00e1gico, crom\u00e1tico e m\u00edstico da cultura afro-indianista de sua terra e de seu sangue, apresentando-o numa aura que confere a este arsenal plena cricula\u00e7\u00e3o universal\u201d.[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;seriecartas&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2411&#8243; title=&#8221;Maria L\u00eddia dos Santos Magalini&#8221;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Maria L\u00eddia dos Santos Magalini&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>S\u00e9rie Cartas<br \/>\n2010<br \/>\nArte Contempor\u00e2nea<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Oleo, tela, marco.<br \/>\nDimens\u00f5es: 100x80cm[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Pelotas RS 1946 \u2013 Pintora, desenhista, gravadora, ilustradora, figurinista, cen\u00f3grafa. Reside em Porto Alegre desde 1950. Na d\u00e9cada de 1960, cursa artes pl\u00e1sticas (1963\/1967) e p\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o em pintura (1967\/1968) na Escola de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul \u2013 UFRGS. Realiza sua primeira exposi\u00e7\u00e3o individual em 1966, na Galeria Espa\u00e7o. Em 1974, faz o curso de aperfei\u00e7oamento em litografia, no Ateli\u00ea Livre da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Participou de in\u00fameras mostras individuais e coletivas. Segundo M\u00e1rcio Martinez, Maria L\u00eddia \u00e9 uma artista \u201cAvessa e comercialismo, em sua obra priviligiada a figura humana: a luta e o dilaceramento da mulher, o homem e as priva\u00e7\u00f5es da vida social, entre outros temas, s\u00e3o expressos de maneira pungente e radical. Realizou ilustra\u00e7\u00f5es para livros e jornais, cen\u00e1rios e figurinos para teatro.\u201d EXPRESSIONISMO no Brasil: heran\u00e7as e afinidades. S\u00e3o Paulo: Funda\u00e7\u00e3o Bienal de S\u00e3o Paulo, 1985.<\/p>\n<p>[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;justino&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2437&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Justino Marinho&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>2006<br \/>\nArte Contempor\u00e2nea<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Acr\u00edlica sobre a tela<br \/>\nDimens\u00f5es: 120,5x150x3cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;bolajupiter&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2409&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Edival Ramosa&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Bola J\u00fapiter<br \/>\n2007<br \/>\nArte contempor\u00e2nea<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Fibra de vidro, areia, chumbo e pedra<br \/>\nDimens\u00f5es: 132cm de di\u00e2metro[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2420&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Jos\u00e9 de Dome&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Restinga<br \/>\n1966<br \/>\nArte Contempor\u00e2nea<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: \u00d3leo, tela.<br \/>\nDimens\u00f5es: 92 x 60cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Pintor autoditada. Em raz\u00e3o de ser filho de uma tecel\u00e3 chamada Dometila, ficou assim conhecido como Jos\u00e9 de Dome. Residiu em Salvador, onde conheceu Mario Cravo, Mirabeau e Caryb\u00e9, que o incentivaram a desenvolver seu talento art\u00edstico. Sua primeira exposi\u00e7\u00e3o, realizada em 1955, ocorreu no Belvedere da S\u00e9, onde voltou a expor em 1956 e 1958. Transferiu-se para o Rio de Janeiro, em 1962, integrou-se aos meios art\u00edsticos cariocas. Tornou-se conhecido ap\u00f3s uma exposi\u00e7\u00e3o realizada na Galeria Goeldi, em 1964. Radicou-se em Cabo Frio, ambiente ideal para suas pinturas, e s\u00f3 ausentava-se da velha cidade colonial por ocasi\u00e3o de suas v\u00e1rias exposi\u00e7\u00f5es, inclusive em Lima (1966), e em Londres (1971). Pintou a paisagem urbana de Salvador, crian\u00e7as, prostitutas, peixes e corujas, flores, paisagens e marinhas.[\/ts_text_block][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;seriecartas2&#8243;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2410&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Maria L\u00eddia dos Santos Magliani&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>S\u00e9rie Cartas<br \/>\n2010<br \/>\nArte Contempor\u00e2nea<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: \u00d3leo, tela, marco.<br \/>\nDimens\u00f5es: 100x80cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Pelotas<br \/>\nRS 1946 \u2013 Pintora, desenhista, gravadora, ilustradora, figurinista, cen\u00f3grafa. Reside em Porto Alegre desde 1950. Na d\u00e9cada de 1960, cursa artes pl\u00e1sticas (1963\/1967) e p\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o em pintura (1967\/1968) na Escola de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul \u2013 UFRGS. Realiza sua primeira exposi\u00e7\u00e3o individual em 1966, na Galeria Espa\u00e7o. Em 1974, faz o curso de aperfei\u00e7oamento em litografia, no Ateli\u00ea Livre da Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Participou de in\u00fameras mostras individuais e coletivas. Segundo M\u00e1rcio Martinez, Maria L\u00eddia \u00e9 uma artista \u201cAvessa e comercialismo, em sua obra priviligiada a figura humana: a luta e o dilaceramento da mulher, o homem e as priva\u00e7\u00f5es da vida social, entre outros temas, s\u00e3o expressos de maneira pungente e radical. Realizou ilustra\u00e7\u00f5es para livros e jornais, cen\u00e1rios e figurinos para teatro.\u201d EXPRESSIONISMO no Brasil: heran\u00e7as e afinidades. S\u00e3o Paulo: Funda\u00e7\u00e3o Bienal de S\u00e3o Paulo, 1985.[\/ts_text_block][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;picnicnoparque&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2421&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Yeda Maria&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Pic-nic no parque<br \/>\n1994<br \/>\nArte Contempor\u00e2nea<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: \u00d3leo, tela.<br \/>\nDimens\u00f5es: 131x165cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Aluna da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBa), onde em 1956 recebeu o pr\u00eamio Men\u00e7\u00e3o Honrosa no Sal\u00e3o Baiano de Artes Pl\u00e1sticas. Em 1972, ingressou no corpo docente da Escola de Belas Artes da UFBa, onde lecionou Desenho e Gravuras. Em 1977, partiu para os Estados Unidos, tornou mestre pela lllinois State University. Exp\u00f4s em v\u00e1rias exposi\u00e7\u00f5es individuais e coletivas, tais como A m\u00e3o afrobrasileira (Museu de Arte Contempor\u00e2nea, 1988), Primeira Bienal Nacional da Bahia (1966), Celebra\u00e7\u00e3o da Cultura Latino-Americana no Museu de Ci\u00eancia de Buffalo (EUA, 1990), Retrospectiva na Art Gallery of Calif\u00f3rnia State University, Northridge, Calif\u00f3rnia (EUA,1991), Centro Cultural da Caixa Econ\u00f4mica Federal de Salvador (2000). Destacou-se atrav\u00e9s da pintura e gravura, mas dedicou-se a outras t\u00e9cnicas como colagem, litografia e desneho. Sua tem\u00e1tica primorosa passa pelas paisagens marinhas, sereias, naturezas mortas, influ\u00eancia de sua terra e da ancestralidade africana.[\/ts_text_block][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;yemanja&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2412&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Yeda Maria&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Yemanj\u00e1<br \/>\n1975<br \/>\nArte Contempor\u00e2nea<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: \u00d3leo, eucatex e colagem.<br \/>\nDimens\u00f5es: 100x123cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Aluna da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBa), onde em 1956 recebeu o pr\u00eamio Men\u00e7\u00e3o Honrosa no Sal\u00e3o Baiano de Artes Pl\u00e1sticas. Em 1972, ingressou no corpo docente da Escola de Belas Artes da UFBa, onde lecionou Desenho e Gravuras. Em 1977, partiu para os Estados Unidos, tornou mestre pela lllinois State University. Exp\u00f4s em v\u00e1rias exposi\u00e7\u00f5es individuais e coletivas, tais como A m\u00e3o afrobrasileira (Museu de Arte Contempor\u00e2nea, 1988), Primeira Bienal Nacional da Bahia (1966), Celebra\u00e7\u00e3o da Cultura Latino-Americana no Museu de Ci\u00eancia de Buffalo (EUA, 1990), Retrospectiva na Art Gallery of Calif\u00f3rnia State University, Northridge, Calif\u00f3rnia (EUA,1991), Centro Cultural da Caixa Econ\u00f4mica Federal de Salvador (2000). Destacou-se atrav\u00e9s da pintura e gravura, mas dedicou-se a outras t\u00e9cnicas como colagem, litografia e desneho. Sua tem\u00e1tica primorosa passa pelas paisagens marinhas, sereias, naturezas mortas, influ\u00eancia de sua terra e da ancestralidade africana.[\/ts_text_block][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;LaranjaCapacete&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2418&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Dias Parede&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Laranja Capacete I<br \/>\n2009<br \/>\nArte Contempor\u00e2nea<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Acr\u00edlico, tela.<br \/>\nDimens\u00f5es: 180x180cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Nascido em Jo\u00e3o Pessoa, Para\u00edba, integrou, em 1974, o grupo jaguaribe Carne de Estudos. Entre 1985 e 1987, frequentou o ateli\u00ea do n\u00facleo de Arte Contempor\u00e2nea de Jo\u00e3o Pessoa. Paredes \u00e9 um desses pintores que tem prazer em pintar, suas largas pinceladas, sua escala de cor, tem uma harmonia dos grandes contrastes, criando uma abstra\u00e7\u00e3o turbulenta, expressiva, expressionista. \u00c1s vezes esses seus grandes formatos sugerem figuras, objetos, animais, contudo \u00e9 s\u00f3 uma ilus\u00e3o de \u00f3tica. O que h\u00e1 mesmo \u00e9 pintura, pura pintura revolta em a\u00e7\u00e3o e movimento.[\/ts_text_block][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;ruadasflores&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2419&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Jos\u00e9 de Dome&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Rua das Flores<br \/>\n1981<br \/>\nArte Contempor\u00e2nea<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Oleo, tela.<br \/>\nDimens\u00f5es: 93x74cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Pintor autodidata. Em raz\u00e3o de ser filho de uma tecel\u00e3 chamada Dometila, ficou assim conhecido como Jos\u00e9 de Dome. Residiu em Salvador, onde conheceu Mario Cravo, Mirabeau e Caryb\u00e9, que o incentivaram a desenvolver seu talento art\u00edstico. Sua primeira exposi\u00e7\u00e3o, realizada em 1955, ocorreu no Belvedere da S\u00e9, onde voltou a expor em 1956 e 1958. Transferiu-se para o Rio de Janeiro, em 1962, integrou-se aos meios art\u00edsticos cariocas. Tornou-se conhecido ap\u00f3s uma exposi\u00e7\u00e3o realizada na Galeria Goeldi, em 1964. Radicou-se em Cabo Frio, ambiente ideal para suas pinturas, e s\u00f3 ausentava-se da velha cidade colonial por ocasi\u00e3o de suas v\u00e1rias exposi\u00e7\u00f5es, inclusive em Lima (1966), e em Londres (1971). Pintou a paisagem urbana de Salvador, crian\u00e7as, prostitutas, peixes e corujas, flores, paisagens e marinhas.[\/ts_text_block][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;lume1&#8243;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2427&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Claudinei Roberto Silva&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Lume 1<br \/>\n2010<br \/>\nArte Contempor\u00e2nea<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Madeira de reuso, acr\u00edlico.<br \/>\nDimens\u00f5es: 55x10x8cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Paulistano, um criador de assemblagens, sua vis\u00e3o de mundo passa por uma reflex\u00e3o misteriosa, ou por um universo misterioso onde suas constru\u00e7\u00f5es deixam escapar um universo de coisas que se articulam numa express\u00e3o surrealista, de aprisionar em pequenas caixas um mundo de sensa\u00e7\u00f5es subterr\u00e2neas curiosas, de quem constr\u00f3i nesse micro laborat\u00f3rio de pesquisas, uma outra humanidade.[\/ts_text_block][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;lume2&#8243;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2428&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Claudinei Roberto Silva&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Lume 2<br \/>\n2010<br \/>\nArte Contempor\u00e2nea<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Madeira de reuso, acr\u00edlico.<br \/>\nDimens\u00f5es: 55x10x8cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Paulistano, um criador de assemblagens, sua vis\u00e3o de mundo passa por uma reflex\u00e3o misteriosa, ou por um universo misterioso onde suas constru\u00e7\u00f5es deixam escapar um universo de coisas que se articulam numa express\u00e3o surrealista, de aprisionar em pequenas caixas um mundo de sensa\u00e7\u00f5es subterr\u00e2neas curiosas, de quem constr\u00f3i nesse micro laborat\u00f3rio de pesquisas, uma outra humanidade.[\/ts_text_block][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;armadilha&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2429&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Claudinei Roberto Silva&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Armadilha<br \/>\n2010<br \/>\nArte Contempor\u00e2nea<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Madeira de reuso, acr\u00edlico e metal.<br \/>\nDimens\u00f5es: 50x15x8cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Paulistano, um criador de assemblagens, sua vis\u00e3o de mundo passa por uma reflex\u00e3o misteriosa, ou por um universo misterioso onde suas constru\u00e7\u00f5es deixam escapar um universo de coisas que se articulam numa express\u00e3o surrealista, de aprisionar em pequenas caixas um mundo de sensa\u00e7\u00f5es subterr\u00e2neas curiosas, de quem constr\u00f3i nesse micro laborat\u00f3rio de pesquisas, uma outra humanidade.[\/ts_text_block][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;paisagemcomfiguras&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2413&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Ant\u00f4nio Firmino Monteiro&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Paisagem com figuras<br \/>\nArte do S\u00e9culo XIX<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: \u00d3leo sobre tela.<br \/>\nDimens\u00f5es: 33x42cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;paisagem&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2416&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Artur Tim\u00f3theo&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Paisagem<br \/>\nArte do S\u00e9culo XIX<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: \u00d3leo, tela, marco.<br \/>\nDimens\u00f5es: 49x39cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Pintor, decorador e cen\u00f3grafo. Nascido de fam\u00edlia pobre e numerosa, era irm\u00e3o mais novo de Jo\u00e3o Tim\u00f3theo da Costa; como ele, iniciou seus estudos na Casa da Moeda, como aprendiz de desenho de moedas e selos. Paralelamente, trabalhou por cinco anos com o cen\u00f3grafo italiano Oreste Coliva, adquirindo uma certa dramaticidade que viria a influencer sua obra. Em 1894, ingressou, juntamente com seu irm\u00e3o, na Escola Nacional de Belas Artes, onde foi aluno de Daniel B\u00e9rard, Zeferino da Costa, Rodolfo Amoedo e Henrique Bernadelli. No sal\u00e3o Nacional de Belas Artes de 1906, recebeu uma men\u00e7\u00e3o honrosa de primeiro grau e, no ano seguinte, ap\u00f3s a desist\u00eancia de Eduardo Bevilacqua, conquistou o pr\u00eamio de viagem \u00e0 Europa. Instalou-se em 1908 em Paris e exp\u00f4s no Salon, mas tamb\u00e9m percorreu a Espanha e a It\u00e1lia antes de retornar ao Brasil em 1910. Voltou novamente \u00e0 Europa em seguida, cotratado pelo governo brasileiro para colaborar, junto com seu irm\u00e3o e com Carlos e Rodolfo Chambellant, com os trabalhos decorativos do pavilh\u00e3o brasileiro na Exposi\u00e7\u00e3o Internacional de Turim de 1911. Obteve no Sal\u00e3o Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, a pequena medalha de prata em reduzida nos \u00faltimos anos de vida e faleceu no Hosp\u00edcio dos Alienados do Rio de Janeiro. Dedicou-se especialmente \u00e0 pintura de figuras e paisagens, destacando-se nos nus femininos e retratos. Atribui-se a ele uma tend\u00eancia pr\u00e9-modernista nas obras da maturidade, que se aproxima para Jos\u00e9 Teixeira Leite, \u201cdo Expressionismo ao fazer uso de um colorido dram\u00e1tico, de um desenho quase taquigr\u00e1fico e de uma caligrafia pict\u00f3rica nervosa e encrespada\u201d, gerando rea\u00e7\u00f5es de rep\u00fadio de comentadores contempor\u00e2neos, que lhe atribu\u00edram falas de desenho e volumetria. Contudo, segundo o cr\u00edtico, Arthur Tim\u00f3theo \u201cnunca pautou sua arte pela cega obedi\u00eancia aos c\u00e2nones acad\u00eamicos, pouco lhe importando a fidelidade ao modelo ou a plasticidade de suas figuras. Toda a sua preocupa\u00e7\u00e3o ia, muito ao contr\u00e1rio, para a cor e para a textura, e atrav\u00e9s dela, para a express\u00e3o.\u201d[\/ts_text_block][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;paisagem2&#8243;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2415&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Artur Tim\u00f3theo&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Paisagem<br \/>\nArte do S\u00e9culo XIX<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: \u00d3leo, madeira, marco.<br \/>\nDimens\u00f5es: 60,5cx54cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Pintor, decorador e cen\u00f3grafo. Nascido de fam\u00edlia pobre e numerosa, era irm\u00e3o mais novo de Jo\u00e3o Tim\u00f3theo da Costa; como ele, iniciou seus estudos na Casa da Moeda, como aprendiz de desenho de moedas e selos. Paralelamente, trabalhou por cinco anos com o cen\u00f3grafo italiano Oreste Coliva, adquirindo uma certa dramaticidade que viria a influencer sua obra. Em 1894, ingressou, juntamente com seu irm\u00e3o, na Escola Nacional de Belas Artes, onde foi aluno de Daniel B\u00e9rard, Zeferino da Costa, Rodolfo Amoedo e Henrique Bernadelli. No sal\u00e3o Nacional de Belas Artes de 1906, recebeu uma men\u00e7\u00e3o honrosa de primeiro grau e, no ano seguinte, ap\u00f3s a desist\u00eancia de Eduardo Bevilacqua, conquistou o pr\u00eamio de viagem \u00e0 Europa. Instalou-se em 1908 em Paris e exp\u00f4s no Salon, mas tamb\u00e9m percorreu a Espanha e a It\u00e1lia antes de retornar ao Brasil em 1910. Voltou novamente \u00e0 Europa em seguida, cotratado pelo governo brasileiro para colaborar, junto com seu irm\u00e3o e com Carlos e Rodolfo Chambellant, com os trabalhos decorativos do pavilh\u00e3o brasileiro na Exposi\u00e7\u00e3o Internacional de Turim de 1911. Obteve no Sal\u00e3o Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, a pequena medalha de prata em reduzida nos \u00faltimos anos de vida e faleceu no Hosp\u00edcio dos Alienados do Rio de Janeiro. Dedicou-se especialmente \u00e0 pintura de figuras e paisagens, destacando-se nos nus femininos e retratos. Atribui-se a ele uma tend\u00eancia pr\u00e9-modernista nas obras da maturidade, que se aproxima para Jos\u00e9 Teixeira Leite, \u201cdo Expressionismo ao fazer uso de um colorido dram\u00e1tico, de um desenho quase taquigr\u00e1fico e de uma caligrafia pict\u00f3rica nervosa e encrespada\u201d, gerando rea\u00e7\u00f5es de rep\u00fadio de comentadores contempor\u00e2neos, que lhe atribu\u00edram falas de desenho e volumetria. Contudo, segundo o cr\u00edtico, Arthur Tim\u00f3theo \u201cnunca pautou sua arte pela cega obedi\u00eancia aos c\u00e2nones acad\u00eamicos, pouco lhe importando a fidelidade ao modelo ou a plasticidade de suas figuras. Toda a sua preocupa\u00e7\u00e3o ia, muito ao contr\u00e1rio, para a cor e para a textura, e atrav\u00e9s dela, para a express\u00e3o.\u201d[\/ts_text_block][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;vasocomflores&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2436&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Ant\u00f4nio Firmino Monteiro&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Vaso com Flores<br \/>\nArte do S\u00e9culo XIX<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: N\/A<br \/>\nDimens\u00f5es: N\/A[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;naturezamorta&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2414&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Estev\u00e3o Silva&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Natureza Morta<br \/>\n1888<br \/>\nArte do S\u00e9culo XIX<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: \u00d3leo, tela, marco.<br \/>\nDimens\u00f5es: 48x59cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Rio de Janeiro\/RJ 1845-1891 \u2013 Pintor. Filho de escravos africanos, Estev\u00e3o Silva Ingressou na Acdemia Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro em 1864. Foi aluno de Geroge Grimm, V\u00edtor Meireles, jules Le Chevrel e Agostinho Jos\u00e9 da Mota, de quem recebeu forte influ\u00eancia na pintura de naturezas-mortas. Lecionou no Liceu de Artes e Of\u00edcios do Rio de Janeiro. Manteve rela\u00e7\u00f5es com o Grupo Grimm, cuja proposta era a observa\u00e7\u00e3o direta da natureza, subistituindo a aprecia\u00e7\u00e3o entre quatro paredes, por\u00e9m n\u00e3o rompeu com a Academia. Na exposi\u00e7\u00e3o Geral de Belas Artes, conquistou a medalha de prata nos anos de 1976 e 1879, a medalha de ouro de segunda classe em 1884 e o pr\u00eamio aquisi\u00e7\u00e3o no ano de 1890. Quando, contrariando todas as expectatias, n\u00e3o recebeu o primeiro pr\u00eamio na Exposi\u00e7\u00e3o Geral de Belas Artes de 1879, protestou durante a se\u00e7\u00e3o solene diante do pr\u00f3prio imperador, o que lhe rendeu a suspens\u00e3o dos estudos por um ano. Sob muitos aspectos, Estev\u00e3o Silva \u00e9 considerado um dos maiores pintores brasileiros de natureza-morta, destacando-se especialmente no tema das frutas tropicais, embora tamb\u00e9m tenha praticado o retratismo e a pintura hist\u00f3rica, religiosa e aleg\u00f3rica, sem, contudo alcan\u00e7ar nesses g\u00eaneros a mesma notoriedade. Jos\u00e9 Teixeira Leite avalia que o artista \u201csoube capta, numas poucas laranjas ou lim\u00f5es, numa melancia, numa simples penca de bananas, toda a sua r\u00fastica poesia.\u201d Segundo Duque Estrada, \u201c\u00e9 dif\u00edcil e at\u00e9 parece imposs\u00edvel pintar frutos melor do que os tem pintado Estev\u00e3o\u201d. Para o cr\u00edtico, \u201co colorido quente, intenso, gritalh\u00e3o de seus frutos, reunido \u00e0 escurid\u00e3o das sombras, d\u00e1 aos quadros, mesmo aos menores, um aspecto de rudeza que domina e destr\u00f3i a macieza aveludada, a delicadeza voluptuosa com que tratava alguns esp\u00e9cimes da natureza frut\u00edfera dos tr\u00f3picos.\u201d[\/ts_text_block][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;santoelesbao&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2417&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Autoria desconhecida&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Santo Elesb\u00e3o<br \/>\nArte Sacra<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Escultura\/ Madeira policromada e Doura\u00e7\u00e3o.<br \/>\nDimens\u00f5es: 48x20x16cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;nossasenhoradorosario&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2408&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Autoria desconhecida&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Nossa Senhora do Ros\u00e1rio<br \/>\nArte Sacra<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Cer\u00e2mica policromada e metais<br \/>\nDimens\u00f5es: 85x53x42[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;santaifigenia&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2432&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Autoria desconhecida&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Santa Ifig\u00eania<br \/>\nArte Sacra<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Escultura\/ Madeira policromada e Doura\u00e7\u00e3o.<br \/>\nDimens\u00f5es: 57x19x14cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;oxossi&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2431&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Manoel Bomfim&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Ox\u00f3ssi<br \/>\nArte Popular<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Material: Madeira<br \/>\nDimens\u00f5es: 60,5\u00d723,3\u00d76,5cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;Heitordosprazeres1&#8243;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2424&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Heitor dos Prazeres&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>1950<br \/>\nArte Popular<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: \u00d3leo, tela.<br \/>\nDimens\u00f5es: 69,5\u00d779,5x4cm[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Rio de Janeiro\/RJ \u2013 1898-1966 \u2013 Iniciou-se suas atividades como pintor autoditada a partir de 1937. Trabalhou como restaurador na Diretoria do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional no Rio de Janeiro. Em 1943, fez parte da mostra em homenagem \u00e0 Real For\u00e7a A\u00e9rea Brit\u00e2nica em Londres (Inglaterra). Em 1951, ganhou o Pr\u00eamio Aquisi\u00e7\u00e3o na I Bienal de Artes de S\u00e3o Paulo, com a obra A Moenda \u2013 atualmente integrada ao acervo do Museu de arte Contempor\u00e2nea da USP (S\u00e3o Paulo) \u2013 e exp\u00f4s suas obras em uma Sala Especial na II Bienal (1953). Al\u00e9m de participar tamb\u00e9m das Bienais de 1961 (IV edi\u00e7\u00e3o) e a de 1979 (XV edi\u00e7\u00e3o). Realizou 6 exposi\u00e7\u00f5es individuais, sendo que sua primeira foi realizada em 1959 e outras 7 p\u00f3stumas (entre 1967-1984). Tanto no Brasil quanto no exterior Heitor dos Prazeres conquistou unanimidade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade de suas obras sendo chamado para cerca de 30 mostras coletivas. As tem\u00e1ticas preferidas de suas pinturas era a vida cotidiana e as festividades que envolviam a m\u00fasica popular. Al\u00e9 de pintor, Heitor dos Prazeres tamb\u00e9m foi cen\u00f3grafo do Bal\u00e9 do IV Centen\u00e1rio, poeta, compositor e m\u00fasico (tocava piano, viol\u00e3o e cavaquinho). Em parceria com o sambista Noel Rosa (1910-1937), comp\u00f4s Pierrot Apaixonado, famosa marcha carnavalesca de 1935. Foi tamb\u00e9m um dos fundadores das primeiras escolas de samba carioca (Esta\u00e7\u00e3o Primeira da Mangueira e \u201cVai como Pode\u201d, hoje Portela, na d\u00e9cada de 20), \u00c9 pai do multi-instrumentista Heitorzinho, que seguiu a trilha do samba herdado de seu pai.[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;exvotocorpointeiro&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2405&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Autoria Desconhecida&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Ex-voto &#8211; Corpo inteiro<br \/>\nArte Popular<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Material: Madeira<br \/>\nDimens\u00f5es: 61x22x12cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;heitordosprazeres2&#8243;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2423&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Heitor dos Prazeres&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>1963<br \/>\nArte Popular<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: \u00d3leo, tela.<br \/>\nDimens\u00f5es: 69\u00d779,5\u00d73,5cm[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Rio de Janeiro\/RJ \u2013 1898-1966 \u2013 Iniciou-se suas atividades como pintor autoditada a partir de 1937. Trabalhou como restaurador na Diretoria do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional no Rio de Janeiro. Em 1943, fez parte da mostra em homenagem \u00e0 Real For\u00e7a A\u00e9rea Brit\u00e2nica em Londres (Inglaterra). Em 1951, ganhou o Pr\u00eamio Aquisi\u00e7\u00e3o na I Bienal de Artes de S\u00e3o Paulo, com a obra A Moenda \u2013 atualmente integrada ao acervo do Museu de arte Contempor\u00e2nea da USP (S\u00e3o Paulo) \u2013 e exp\u00f4s suas obras em uma Sala Especial na II Bienal (1953). Al\u00e9m de participar tamb\u00e9m das Bienais de 1961 (IV edi\u00e7\u00e3o) e a de 1979 (XV edi\u00e7\u00e3o). Realizou 6 exposi\u00e7\u00f5es individuais, sendo que sua primeira foi realizada em 1959 e outras 7 p\u00f3stumas (entre 1967-1984). Tanto no Brasil quanto no exterior Heitor dos Prazeres conquistou unanimidade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade de suas obras sendo chamado para cerca de 30 mostras coletivas. As tem\u00e1ticas preferidas de suas pinturas era a vida cotidiana e as festividades que envolviam a m\u00fasica popular. Al\u00e9 de pintor, Heitor dos Prazeres tamb\u00e9m foi cen\u00f3grafo do Bal\u00e9 do IV Centen\u00e1rio, poeta, compositor e m\u00fasico (tocava piano, viol\u00e3o e cavaquinho). Em parceria com o sambista Noel Rosa (1910-1937), comp\u00f4s Pierrot Apaixonado, famosa marcha carnavalesca de 1935. Foi tamb\u00e9m um dos fundadores das primeiras escolas de samba carioca (Esta\u00e7\u00e3o Primeira da Mangueira e \u201cVai como Pode\u201d, hoje Portela, na d\u00e9cada de 20), \u00c9 pai do multi-instrumentista Heitorzinho, que seguiu a trilha do samba herdado de seu pai.[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;#heitordosprazeres3&#8243;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2422&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Heitor dos Prazeres&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>1964<br \/>\nArte Popular<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: \u00d3leo, tela.<br \/>\nDimens\u00f5es: 71x82x5cm[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Rio de Janeiro\/RJ \u2013 1898-1966 \u2013 Iniciou-se suas atividades como pintor autoditada a partir de 1937. Trabalhou como restaurador na Diretoria do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional no Rio de Janeiro. Em 1943, fez parte da mostra em homenagem \u00e0 Real For\u00e7a A\u00e9rea Brit\u00e2nica em Londres (Inglaterra). Em 1951, ganhou o Pr\u00eamio Aquisi\u00e7\u00e3o na I Bienal de Artes de S\u00e3o Paulo, com a obra A Moenda \u2013 atualmente integrada ao acervo do Museu de arte Contempor\u00e2nea da USP (S\u00e3o Paulo) \u2013 e exp\u00f4s suas obras em uma Sala Especial na II Bienal (1953). Al\u00e9m de participar tamb\u00e9m das Bienais de 1961 (IV edi\u00e7\u00e3o) e a de 1979 (XV edi\u00e7\u00e3o). Realizou 6 exposi\u00e7\u00f5es individuais, sendo que sua primeira foi realizada em 1959 e outras 7 p\u00f3stumas (entre 1967-1984). Tanto no Brasil quanto no exterior Heitor dos Prazeres conquistou unanimidade em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade de suas obras sendo chamado para cerca de 30 mostras coletivas. As tem\u00e1ticas preferidas de suas pinturas era a vida cotidiana e as festividades que envolviam a m\u00fasica popular. Al\u00e9 de pintor, Heitor dos Prazeres tamb\u00e9m foi cen\u00f3grafo do Bal\u00e9 do IV Centen\u00e1rio, poeta, compositor e m\u00fasico (tocava piano, viol\u00e3o e cavaquinho). Em parceria com o sambista Noel Rosa (1910-1937), comp\u00f4s Pierrot Apaixonado, famosa marcha carnavalesca de 1935. Foi tamb\u00e9m um dos fundadores das primeiras escolas de samba carioca (Esta\u00e7\u00e3o Primeira da Mangueira e \u201cVai como Pode\u201d, hoje Portela, na d\u00e9cada de 20), \u00c9 pai do multi-instrumentista Heitorzinho, que seguiu a trilha do samba herdado de seu pai.[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;yansa&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2430&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Manoel Bomfim&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Arte Popular<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Material: Madeira<br \/>\nDimens\u00f5es: 51.5\u00d713,3\u00d76,5cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;escravodeganho&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2426&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Autoria desconhecida&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Escravo de Ganho<br \/>\nEscravid\u00e3o<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: \u00d3leo, cart\u00e3o.<br \/>\nDimens\u00f5es: 38x28cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;escravodeganho2&#8243;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2425&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Autoria desconhecida&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Escravo de Ganho<br \/>\nEscravid\u00e3o<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: \u00d3leo, cart\u00e3o.<br \/>\nDimens\u00f5es: 39\u00d726,5cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;correnteegargalheiras&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2426&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Autoria desconhecida&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Corrente e gargalheiras<br \/>\nEscravid\u00e3o<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Material: Ferro<br \/>\nDimens\u00f5es: 202,5\u00d714,5x3cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;viramundo&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2406&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Autoria desconhecida&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Vira mundo<br \/>\nEscravid\u00e3o<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Material: Ferro<br \/>\nDimens\u00f5es: 14,5\u00d755,5\u00d78,7cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;retratofeminino&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2434&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Benedito Jos\u00e9 Tobias&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Retrato Feminino<br \/>\nArte Erudita<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Pintura aquarela e cart\u00e3o.<br \/>\nDimens\u00f5es: 30\u00d726,6cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;rostofeminino&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2433&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Benedito Jos\u00e9 Tobias&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Rosto Feminino<br \/>\nArte Erudita<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Pintura aquarela e cart\u00e3o.<br \/>\nDimens\u00f5es: 19x13cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;retratofeminino2&#8243;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2435&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Benedito Jos\u00e9 Tobias&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Retrato Feminino<br \/>\nArte Erudita<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: T\u00eampera e cart\u00e3o.<br \/>\nDimens\u00f5es: 19,5\u00d714,7cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;mulhercomcrian\u00e7anocolo&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2438&#8243; title=&#8221;-&#8220;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Benedito Jos\u00e9 Tobias&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;]<\/p>\n<h4>Mulher com Crian\u00e7a no Colo<\/h4>\n<p>[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Guache sobre cart\u00e3o<br \/>\nDimens\u00f5es: 26,3\u00d718,4cm[\/ts_text_block][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row use_container=&#8221;yes&#8221; use_predefined_class=&#8221;yes&#8221; el_id=&#8221;objetoemblem\u00e1tico&#8221;][vc_column][ts_image fancybox=&#8221;yes&#8221; image=&#8221;2404&#8243;][ts_section_title animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;pulse&#8221; title=&#8221;Rubem Valentim&#8221;][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221;] Objeto emblem\u00e1tico 1969 ARTE ERUDITA [\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Materiais: Madeira, pintura e esmalte Dimens\u00f5es: 94x79cm[\/ts_text_block][ts_text_block animate_block=&#8221;yes&#8221; animation_type=&#8221;fadeIn&#8221; animation_delay=&#8221;0.01s&#8221;]Salvador Ba 1922 \u2013 S\u00e3o Paulo SP 1991 \u2013 Escultor, pintor e gravador. Nasceu em 1922 em Salvador, numa fam\u00edlia de poucos recursos e foi o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"page-builder.php","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2727","page","type-page","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2727","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2727"}],"version-history":[{"count":15,"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2727\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2744,"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2727\/revisions\/2744"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2727"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}