{"id":2479,"date":"2011-04-12T08:50:02","date_gmt":"2011-04-12T11:50:02","guid":{"rendered":"http:\/\/ohyalab.com.br\/index.php\/2011\/04\/12\/0-polen-da-diaspora-nas-culturas-fecundas\/"},"modified":"2021-05-16T23:53:32","modified_gmt":"2021-05-17T02:53:32","slug":"0-polen-da-diaspora-nas-culturas-fecundas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/2011\/04\/12\/0-polen-da-diaspora-nas-culturas-fecundas\/","title":{"rendered":"O p\u00f3len da di\u00e1spora nas culturas fecundas"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignleft size-full wp-image-31\" style=\"border: thick solid #ffffff; float: left;\" src=\"http:\/\/ohyalab.com.br\/wp-content\/uploads\/2011\/04\/capinan3.jpg\" alt=\"capinan3\" width=\"170\" height=\"160\" \/><\/p>\n<p><span style=\"color: #333333; font-family: helvetica; font-size: 12px; line-height: 18px;\">AMAFRO prop\u00f4s a implanta\u00e7\u00e3o do Museu Nacional Da Cultura Afro Brasileira ao MINC e justificou sua cria\u00e7\u00e3o, definindo alguns conceitos, explicitando que era necess\u00e1rio criar uma casa de cultura \u00fatil \u00e0 comunidade, sobretudo aos afro-descendentes, e que tamb\u00e9m fosse contempor\u00e2nea na sua concep\u00e7\u00e3o e auto sustent\u00e1vel.&nbsp;<span style=\"color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;\">Seu foco principal seria a preserva\u00e7\u00e3o e a difus\u00e3o da cultura afro brasileira, sendo o Museu um instrumento de revela\u00e7\u00e3o da grande contribui\u00e7\u00e3o dos negros escravos e seus descendentes na cria\u00e7\u00e3o de uma cultura bem sucedida&nbsp;<span style=\"color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;\">rincipalmente pela sua diversidade, com o objetivo de promover o que tanto tem sido discriminado e negado, que \u00e9 o valor fundante desta contribui\u00e7\u00e3o.&nbsp;<span style=\"color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px;\">Os negros deram \u00e0 cultura nacional a capacidade de se desenvolver pela din\u00e2mica das diferen\u00e7as &#8230;<\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p><span style=\"color: #333333; font-family: helvetica; font-size: 12px; line-height: 18px;\">A AMAFRO prop\u00f4s a implanta\u00e7\u00e3o do Museu Nacional Da Cultura Afro Brasileira ao MINC e justificou sua cria\u00e7\u00e3o, definindo alguns conceitos, explicitando que era necess\u00e1rio criar uma casa de cultura \u00fatil \u00e0 comunidade, sobretudo aos afro-descendentes, e que tamb\u00e9m fosse contempor\u00e2nea na sua concep\u00e7\u00e3o e auto sustent\u00e1vel. Seu foco principal seria a preserva\u00e7\u00e3o e a difus\u00e3o da cultura afro brasileira, sendo o Museu um instrumento de revela\u00e7\u00e3o da grande contribui\u00e7\u00e3o dos negros escravos e seus descendentes na cria\u00e7\u00e3o de uma cultura bem sucedida, principalmente pela sua diversidade, com o objetivo de promover o que tanto tem sido discriminado e negado, que \u00e9 o valor fundante desta contribui\u00e7\u00e3o. Os negros deram \u00e0 cultura nacional a capacidade de se desenvolver pela din\u00e2mica das diferen\u00e7as que a comp\u00f5em. E tudo isto tem de ser revelado e difundido, pois o negro foi o p\u00f3len cultural que fecundou as civiliza\u00e7\u00f5es contempor\u00e2neas.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 12px; color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 18px;\"><span style=\"font-family: helvetica;\">Um museu pra fazer diferen\u00e7a. Como casa de difus\u00e3o da cidadania de todos os homens, sem distin\u00e7\u00e3o. Assim queremos porque desejamos que as musas do Museu Afro sejam os ancestrais e a inspira\u00e7\u00e3o que os exemplos da resist\u00eancia e da inven\u00e7\u00e3o podem trazer, usando, como b\u00fassola, a busca de um futuro que respeite e aproveite a mem\u00f3ria de todos que contribu\u00edram para este presente. Um presente onde se apresentam problemas novos e complexos, quase enigmas, mas que um grande elenco de caminhos j\u00e1 abertos ajudar\u00e1 a venc\u00ea-los, se revelados e postos a disposi\u00e7\u00e3o de todos, como o legado dos que venceram nos momentos adversos da nossa hist\u00f3ria, quando ultrapassaram o seu tempo, nos deixando n\u00e3o somente&nbsp; o que lembrar e celebrar, mas ainda um imenso repert\u00f3rio de refer\u00eancias para enfrentar vitoriosamente quaisquer adversidades atuais e futuras, que tivermos de superar.Id\u00e9ias e instrumentos, um arsenal cultural, que nos permite dizer que cultura tamb\u00e9m \u00e9 o que se deixa no caminho a servi\u00e7o do sucesso e da felicidade das novas gera\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 12px; color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 18px;\"><span style=\"font-family: helvetica;\">Uma casa de cultura para experimentar a diversidade. Um foco para clarear cora\u00e7\u00f5es e mentes, difundindo a cultura da alteridade. Onde a diferen\u00e7a se fa\u00e7a valer pelo fazer. Pelo ser cultural. Um Museu da mem\u00f3ria e da inven\u00e7\u00e3o, com ra\u00edzes fortes, bem assentadas, e antenas contempor\u00e2neas, bem sintonizadas, para receber antecipadamente os sinais dos novos tempos.<\/span><br \/><span style=\"font-family: helvetica;\">Minha gera\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a ler o mundo e a entender que tinha o direito de modific\u00e1-lo no Centro Popular de Cultura, forte movimento nacional liderado pela UNE nos anos 60. Fazer cultural como transforma\u00e7\u00e3o. E este conceito ainda hoje prevalece. At\u00e9 que n\u00e3o haja cidad\u00e3o de primeira e segunda classe, em nenhuma na\u00e7\u00e3o, ser\u00e1 necess\u00e1rio fazer centros de difus\u00e3o como este futuro Museu Nacional da Cultura Afro Brasileira, um lugar para produzir \u201cogans\u201d de transforma\u00e7\u00f5es radicais, considerando o homem como a raiz de tudo.Ou seja, promover culturas radicalmente humanizantes.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 12px; color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 18px;\"><span style=\"font-family: helvetica;\">Museu n\u00e3o \u00e9 apenas casa de cultura destinada a guardar o que foi feito. \u00c9 para fazer e refazer o sentido das coisas que foram feitas para fazer algum sentido, n\u00e3o somente naquele momento, mas em qualquer tempo em que for necess\u00e1rio ensinar e inspirar aos homens e mulheres sentidos mais justos, mais belos e verdadeiros. Neste caso, para manter vivo o que viventes escravos e negros livres quiseram dizer, fazendo arte, fazendo religi\u00e3o, fazendo hist\u00f3ria, fazendo com grande amor e padr\u00f5es \u00e9tnicos \u2013 um eterno compromisso com a liberdade de querer que a vida fa\u00e7a sentido para todos, sem importar a cor da pele, entre os que s\u00f3 podem ser diferentes pela diferen\u00e7a que fazem. Somos o que fazemos. Este Museu ser\u00e1 um centro de refer\u00eancia para mostrar o que os negros e mesti\u00e7os foram e s\u00e3o, mostrando o que eles fizeram em todos os campos do conhecimento.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 12px; color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 18px;\"><span style=\"font-family: helvetica;\">Aprender a olhar para ensinar a ver, ensinar para que outros se vejam e se fa\u00e7am, como ser que pertence a um mundo que se transforma, e onde cada um tem o direito e dever de participar e ser inteiro e feliz. Um museu pode ser uma escola de alteridade. Um lugar para fazer pessoas aptas a entender novas condi\u00e7\u00f5es e criar novas alternativas. Podendo compreender, no que foi feito, o imanente esp\u00edrito de transforma\u00e7\u00e3o. Podendo ser e praticar o conhecimento e as t\u00e9cnicas contempor\u00e2neas que nos tornam aptos para um mundo diferente que \u00e9 preciso construir. Transformar dores em sonhos. Sonhos em realidade. Dificuldades n\u00e3o em queixas, mas em reflex\u00e3o e a\u00e7\u00e3o. Em pr\u00e1xis. Fazer das crian\u00e7as das cidades e do campo, no Brasil e no mundo, como as de Salvador ou de qualquer outra cidade baiana, de qualquer bairro e qualquer cor, cidad\u00e3os do mundo. Fazer o mundo conhecido para n\u00f3s, e nos fazermos conhecidos pelo mundo, atrav\u00e9s de intenso interc\u00e2mbio.Conscientes da casa que queremos, do bairro que queremos, da cidade que desejamos, da Bahia, Brasil e do mundo que \u00e9 preciso saber desejar e saber fazer.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 12px; color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 18px;\"><span style=\"font-family: helvetica;\">No Museu Nacional da Cultura Afro Brasileira poderemos transformar adolescentes em pessoas reais, que existam para seu corpo, seu esp\u00edrito e seus s\u00edmbolos. Esta casa deve abrigar todos os que acreditam, para que possam aprender no interior de sua cren\u00e7a a ponte para os que v\u00eaem o mundo com outros olhos, seus pr\u00f3prios olhos, que cada um tem, sua pr\u00f3pria alma, sua pr\u00f3pria heran\u00e7a. Aqui podemos transformar pessoas em Ogans da Alteridade.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 12px; color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 18px;\"><span style=\"font-family: helvetica;\">N\u00e3o importa o preto, o branco, o mesti\u00e7o, que entre nessa casa de Cultura. Importa sim que ele aprenda o seu significado como parte de um todo, que precisa n\u00e3o s\u00f3 ser respeitado, mas \u00e0s vezes ou sempre ser transformado. Aqui deve ser a casa de Zumbi e outros ancestrais que tornaram poss\u00edvel estar aqui e agora. Mas tamb\u00e9m a casa das sacerdotisas e sacerdotes das diversas na\u00e7\u00f5es, contempor\u00e2neos de outros territ\u00f3rios de cren\u00e7a, como D. Giglio, como Mandela. A casa de Bob Marley e o Bispo Tutu. Tamb\u00e9m a casa de Luiz Gama e Castro Alves, e de muitos outros e mais ainda dos an\u00f4nimos, que sem o nome na hist\u00f3ria a fizeram e estar\u00e3o sempre representados nesta casa. A casa de artistas, pesquisadores, cientistas, educadores, uma casa que pode manter os padr\u00f5es culturais que nos interessam e nos deram oportunidades. Que saiba fazer a distin\u00e7\u00e3o entre o que interessa cultivar e o que deve ser abolido para sempre. Este museu ser\u00e1 uma casa para cultivar a cultura da democracia, da toler\u00e2ncia, da inven\u00e7\u00e3o, do conhecimento, da reflex\u00e3o e da mudan\u00e7a. Porque existem culturas a combater. A cultura do medo, a cultura da indiferen\u00e7a, a cultura da viol\u00eancia, a cultura do racismo, as culturas da discrimina\u00e7\u00e3o racial, social, et\u00e1ria, sexual, a cultura de quaisquer preconceitos, todas estas culturas devem ser combatidas e abolidas. Com a ci\u00eancia, com a arte, com a religi\u00e3o, com as t\u00e9cnicas de fazer cinema, v\u00eddeo, poesia, literatura; com as t\u00e9cnicas de fazer engenharia, arquitetura, medicina, com o debate e a reflex\u00e3o gerados pelo interesse do esclarecimento e da constru\u00e7\u00e3o; com as ora\u00e7\u00f5es e os rituais religiosos. Com o artesanato e a ind\u00fastria cultural. Com a comunica\u00e7\u00e3o oral, com o telefone nag\u00f4 e a Internet. Com tudo que fa\u00e7a valer a diferen\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 12px; color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 18px;\"><span style=\"font-family: helvetica;\">N\u00e3o ecl\u00e9tico, mas m\u00faltiplo. Que possa revelar conte\u00fados diferentes por diferentes caminhos e processos. Um museu que possa viver de seus conceitos e suas pr\u00e1ticas, auto sustent\u00e1vel. Que possa sobreviver \u00e0s dificuldades do Estado. Criando um modelo onde a sociedade esteja presente e participe. Sem aben\u00e7oar o dirigismo cultural e sem criar depend\u00eancia do mecenato oficial. Com fun\u00e7\u00e3o cr\u00edtica e transformadora. \u00datil para a comunidade, para a cidade e a cidadania.Uma institui\u00e7\u00e3o que possa ser din\u00e2mica, e sirva \u00e0 sociedade e ao tempo. Que tenha objetivos e pol\u00edticas n\u00e3o patrimonialistas e assim encontre na parceria e na coopera\u00e7\u00e3o o seu modelo institucional, com pessoas e empresas voltadas para novas formas de gest\u00e3o e conviv\u00eancia empreendedora e libertadora.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 12px; color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 18px;\"><span style=\"font-family: helvetica;\">Ele n\u00e3o \u00e9 nosso. Os verdadeiros donos deste projeto s\u00e3o os viventes vencedores dos navios negreiros, negros e \u00edndios, que lutaram para que a cultura brasileira n\u00e3o resultasse apenas de uma imposi\u00e7\u00e3o europ\u00e9ia, de uma \u00fanica contribui\u00e7\u00e3o, mas de uma grande mescla, tornando a cultura brasileira&nbsp;<strong style=\"margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; background-color: transparent;\">a diversidade mais bem sucedida do planeta..<\/strong>&nbsp;Queremos reconhecer os pioneiros desta id\u00e9ia, Muitos j\u00e1 fizeram esta tentativa de caminhar e ainda est\u00e3o aqui caminhando conosco. Temos de reconhecer o pioneirismo de muitos militantes culturais que sonharam casas de cultura como esta e mant\u00e9m preciosos memoriais \u00e0s custas de suas fi\u00e9is comunidades.<\/span><\/p>\n<p style=\"padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 12px; color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 18px;\"><span style=\"font-family: helvetica;\">Aqui vamos experimentar estes conceitos. Aqui devemos eleger esta pr\u00e1xis. Aqui devemos sustentar esta pr\u00e1tica, com a solidariedade institucional e com a guia do fazer cultural. Um museu da hist\u00f3ria, sim, mas tamb\u00e9m da arte e da ci\u00eancia. Um Museu \u00e9tnico, sim, mas&nbsp; tamb\u00e9m \u00e9tico e da mescla. Um museu do candombl\u00e9, sim. Mas tamb\u00e9m dos afro descendentes de outras cren\u00e7as&#8230; Um museu da f\u00e9 de todos e n\u00e3o da descren\u00e7a de alguns na alteridade e na mesti\u00e7agem. Um museu que expresse a hist\u00f3ria dos conflitos que enfrentamos, sua complexidade, um Museu que n\u00e3o seja redutor, mas combine os m\u00faltiplos conhecimentos e oportunize m\u00faltiplos fazeres, que tenha multivocidade, para buscar s\u00ednteses cada vez mais amplas a cada movimento de seu refletir e fazer&#8230; um museu que se instale a servi\u00e7o de um bem maior e alcan\u00e7\u00e1vel: a permanente inven\u00e7\u00e3o de uma civiliza\u00e7\u00e3o brasileira que tenha na diversidade seu grande trunfo e triunfo&#8230;<\/span><\/p>\n<p style=\"padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 12px; color: #333333; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 18px;\">Jos\u00e9 Carlos Capinan<br \/>M\u00e9dico, Poeta, Compositor e Presidente da AMAFRO<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>AMAFRO prop\u00f4s a implanta\u00e7\u00e3o do Museu Nacional Da Cultura Afro Brasileira ao MINC e justificou sua cria\u00e7\u00e3o, definindo alguns conceitos, explicitando que era necess\u00e1rio criar uma casa de cultura \u00fatil \u00e0 comunidade, sobretudo aos afro-descendentes, e que tamb\u00e9m fosse contempor\u00e2nea na sua concep\u00e7\u00e3o e auto sustent\u00e1vel.&nbsp;Seu foco principal seria a preserva\u00e7\u00e3o e a difus\u00e3o da [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":31,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-2479","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2479","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2479"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2479\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2705,"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2479\/revisions\/2705"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/31"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2479"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2479"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/museuafrobrasileiro.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2479"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}